
Me vejo em uma clínica para consultar minha filha e após minutos à esperar pelo atendimento do Dr. o sono vêm e ela entra em desespero, se debate, chora e fica inconsolável.
Sou coberta por olhares repreendendo o comportamento da minha cria. Fui pega pela vergonha e sem nenhum cumprimento de ajuda, os minutos pareciam horas, até que ela então adormeceu e meu aspecto voltou ao normal. Na rua, na casa do parente, no shopping, na calçada de casa, supermercado… Aí Jesus! Inúmeros lugares que acredito não ser aceita ou bem vinda.
Certas vezes penso que as mães devem se adaptar a tudo e a todos e que o inverso só fique de platéia e somente prestará ajuda quando o seu egoísmo falhar.
Ninguém imagina como aquela mãe cria os seus filhos, mas todos (as) sempre seram as mães perfeitas para o seu filho e você mãe, será apedrejada com olhares egoístas, palpites, críticas e sermões desnecessários.
Será que não devo sair de casa? Ou devo ir tentando aos poucos? A nossa casa é como refúgio e solidão que roja pelo nosso rosto. É onde me sinto em paz e ao mesmo tempo uma vontade imensa de está lá fora vivendo como os outros.
Os costumes e a rotina que você e a criança vive é de vocês! Mas, me parece que não é bem assim.
Você já passou por algum “perrengue” com seu filho (a) e não recebeu ajuda?
Texto: Joyce Matias @mae_diversa_oficial
